Fotografia: arte ou ofício?

O que você faria se estivesse no lugar errado, na hora errada? Ou ao contrário, no lugar certo, na hora certa? Será que um fotógrafo deve, friamente, registrar um momento, seja ele qual for? Ou a sensibilidade e as emoções devem falar mais alto? A indiferença é cruel? Um profissional, no exercício do seu ofício, está suscetível a sensações? Deve-se deixar levar pelo sofrimento? Pela alegria? A fotografia tem aura? O fotógrafo é um artista? Um artista se desnuda em nome da arte? O que é arte? Fotografia: arte ou ofício? É anti-ético registrar o assassinato de um inocente em nome da arte? E em nome do ofício?A arte transcende questões éticas? A imagem da morte é artística? A morte, em nome da arte, é poética? A fruição estética da morte é válida?

Essas são algumas das reflexões possíveis de se fazer ao assistir o curta-metragem “A Fotógrafa”. Um filme forte, trágico e muito incômodo que bombardeia os olhos e o coração, fazendo pensar até que ponto vale a pena ser premiado se a vida for execrada em nome de um feito profissional. Então, o prêmio ou a consciência? Alguém se habilita?

Clique na imagem para assistir o curta:

Colaboração de Kátia Letícia.

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