Para essa sexta-feira, uma história de amor

Selby aparentemente era uma menina normal, com muitos amigos, alguns amores antigos e muitos traumas também. Porém poucos sabiam o que realmente passava dentro de sua cachola, com humores variados e baixíssimo controle sobre si, ela sempre se considerou uma maluca. Uma maluca sem solução e com nenhuma visão de um futuro feliz no quesito coração/paixão/amor e afins. Antes queria casar e ter filhos,  mas depois de tantos problemas, a razão começou a falar mais alto, roubando o espaço que a emoção ocupava. As músicas não lhe faziam sentido, os filmes não passavam de imagens correndo em fragmentos soltos. Ela não queria ouvir falar na palavra futuro e muito menos sobre um futuro com alguém. Havia desistido de quase tudo, estava jogada e esperava por nada.

Num belo dia, ou melhor dizendo, numa bela noite, Selby se depara com aquele que faria de sua vida um milagre, num curto “espaço-tempo” de uma noite agitada com muitos adicionais sensitivos, Selby conhece Murii, um jovem, que assim como ela, vive num mundo sem saber onde ele poderia dar.

Deus lá do céu olhou para eles e pensou: Agora é a vez deles! E animadamente mapeou uma linda história de amor que começava ali, no meio de tantas pessoas, e uma agitação confusa. Resolveu fazer um milagre através deles mesmos, o milagre da mudança, o milagre de voltarem a enxergar, a enxergar um futuro antes esquecido!

Hoje Selby sonha, hoje ela voltou a ver figuras divertidas nas nuvens, hoje ela tem Murri, e Murri tem a ela. Apelidaram-se de Jessica e Daniel, e hoje sonham juntos em entrarem numa igreja e receberem mais uma benção de Deus, a aliança para a vida e para assim viverem juntos e felizes para sempre.

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6 pensamentos sobre “Para essa sexta-feira, uma história de amor

  1. Tenho medo que o seu amor por mim se perca nas nuvens cinza de São Paulo. Tenho medo que ele escorra do seu coração e se misture nas águas sujas que inundam a cidade em dias de chuva. Tenho medo de ver essas notícias ruins pelos programas vespertinos de TV sensacionalistas. Tenho medo de reconhecer o rosto de tudo o que a gente viveu esticado em alguma rua fria.

    Nesses dias, meu coração será uma esponja do mar que bóia sem destino pelo oceano. Será uma garrafa de plástico vazia, com vestígios de seus lábios na boca redonda, depois de você sorver todo o liquido do meu carinho para dentro de si.

    Serei um poste de luz fraca iluminando paralelepípedos mudos e solitários. Ou lixeiras abarrotadas de saudades. Ou qualquer outro objeto perdido que vaga nas calçadas.

    Tenho medo, não posso negar. Mas medo é o menor dos meus sentimentos, o menor dos meus pulsos cardíacos. O menor dos meus suspiros.

    Grande mesmo é um sentimento que ultrapassa barreiras físicas e temporais, que traz o passado e o futuro para o presente, e que faz brotar na terra seca dos meus sonhos, uma esperança tranquila e real..

    Pois o melhor que pode acontecer na vida de um ser humano, é dormir tranqüilo ao descobrir que, realmente, existe a tal alma peregrina que se encaixa perfeitamente na sua.

    O mundo deixou de ser o mesmo no dia que lhe encontrei…

    • aaaahhhh, mas assim não vale! Arrancar-me lágrimas?

      “Grande mesmo é um sentimento que ultrapassa barreiras físicas e temporais, que traz o passado e o futuro para o presente” – você será sempre a minha CONSTANTE!

      Te amo…

  2. Ai meo Deos… todos os corações cm lacinhos fofos do mundo pra vocês, Selby e Murii…

    Parabéns. E muitas bênçãos

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