“Bob Robert Nesta” Marley – O Filme

Demorou, mas finalmente será lançado o filme biografia de Bob Marley \o/

Robert Nesta Marley, nascido em 6 de fevereiro de 1945, Jamaica, como vocês devem saber, veio a falecer no auge da fama, 36 anos depois, em 11 de maio de 1981, em Miami, com câncer.

Mas sua vida será retratada pelo cineasta escocês Kevin Macdonald, que conviveu mais de dois anos com familiares e amigos do músico, juntando testemunhos, documentos, fotos, vídeos, relatos e referências do homem que se tornou lenda mundial do reggae. Tem arquivos da família, muitos deles inéditos, centenas de horas de entrevistas emocionadas e o processo de composição e gravação de sucessos de Bob Marley, como “Jamming”, “No woman no cry” e “Exodus”.

Um dos pontos mais fortes do filme/documentário se passa Baviera, 1981, com Bob Marley já bem magro e com o câncer bem avançado, onde ele é atendido pelo médico alemão Josef Iseles, que o trata com medicina alternativa. Nesta parte, temos o relato emocionado da enfermeira que o acompanhava na época. A idosa conta, também em alemão, como era este homem “sempre amável e sorriente” em seus últimos dias de vida e mostra fotos do tratamento alternativo com ervas e neve.

Muitas coisas já foram feitas sobre Bob, mas o que me parece importante neste filme é que vai dar um aspecto mais emotivo de sua vida como homem e não unicamente como lenda do reggae ou personagem mítico“, relata o filho mais velho do astro, Ziggy Marley, um dos produtores executivos do filme.

Para Macdonald, um dos aspectos mais importantes da lenda Bob Marley é a sua origem mestiça. “Nem negro, nem branco. Ele sempre se sentiu à parte”, conta Rita, a esposa do astro. Bob aliás, teve 11 filhos com sete mulheres diferentes. Porém escolheu Rita como esposa, que no filme revela “uma história de amor sem igual” pelo astro.

O filme também trata de religião e explica a origem da canção “Cornerstone”. Nesta parte, Sthepen Marley, também filho de Bob Marley, bastante emotivo, lembra do pai com a frase “A pedra que o construtor recusou será sempre a pedra angular“, um salmo da Bíblia que seu pai seguia como lema de vida, apesar de ser adepto ao rastafári.

“Para mim, Bob é realmente uma das grandes personalidades culturais do século XX. Não vejo que outro artista de música popular tenha tido um impacto tão duradouro quanto ele”, conclui Macdonald.

Nos resta então aguardar pelo filme Marley, o primeiro filme autorizado pela família do consagrado cantor, se Jah quiser, nos cinemas!

 

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O Acre Existe!

Véi, O Acre Existe. E sim, você sabe disso. E sim, tem energia elétrica lá. E tem internet. E tem gente. Tem quase tudo igual aí onde você mora.

E pra deixar de lado de uma vez por todas esse mimimi com a inexistência do Estado, além de nos mostrar um Brasil raramente visto, 2 cineastras e 2 jornalistas saíram do coração poluído do país, São Paulo, e vão percorrer de carro 10 mil km passando por várias cidades até o Acre. No caminho, histórias, aventuras, descobertas, muito verde e um maravilhoso documentário multimídia – tem jornalismo, fotojornalismo, documentário pra web, enfim, o projeto ainda está em curso, mas já está lindo e extremamente interessante!

Paulo Silva Jr., Bruno Graziano, Milton Leal e Raoni Gruber

Para o documentário, os 4 criativos visitaram e ainda vão visitar várias cidades, onde retratam toda a beleza dos lugares, colhem depoimentos, exploram o estilo de vida, as profissões, a cultura local, arquitetura, particularidades e despertam curiosidades sobre o Estado “fantasma”.

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Ficou interessado? Eba! :)

Tem parte do documentário aqui no site oficial, que também é algo a explorar. Tem vídeos, fotos deslumbrantes e até um campo de “Como Ajudar“, o que eu apóio e acho mais que justo, porque o projeto é independente. E dai você leva um mimo pra casa :)

Assiste, eles não vão falar só dos índios. Prometo.

Helvetica – O Filme

Oi! =)

Bom, o sujeito do post de hoje dispensa apresentações porque você a conhece. Há um tempo a internerd fala desse assunto também, então…

Sabe a Helvetica? Sim, a fonte… essa mesma, simplezinha, sem serifa e tal… Tá, vou apresentá-la, rs… A fonte HELVETICA foi desenvolvida em 1957 (aaaêêê, você não era nem nascido né!!) pelos designers Max Miedinger e Eduard Hoffman, com o intuito de ser uma fonte de tipografia neutra, clara e sem significados intrínsecos em sua forma, além de poder ser usada em uma variedade de sinais, mas principalmente para o design gráfico.

Falei um monte e não falei nada?

Tá, mas dentre tantas e tantas fontes a Helvetica é tão bonitinha, querida e importante que essa danada ganhou até um filme!

Opa, peraí, caceta! Audrey, é só uma fonte. O que catzos ela tem de tão fabuloso que ganhou um filme?? Bom, galerê, também não sei ainda, mas simpatizo com a fonte e vou assistir o filme pra descobrir isso, ok. E convido vocês à fazerem o mesmo. Uma coisa que eu percebi é que essa fonte tão jeitosa toma minha vista todos os dias. A percebi no metrô, em placas, em cartazes, em banners, em outdoors, em camisetas, ou seja… ela realmente faz a diferença e está por aí, é só prestar mais atenção.

O filme, ou documentário, é do diretor Gary Hustwit e obviamente não fala só da fonte estrelinha. O longa também discursa sobre todo um cenário de cultura visual, como isso surgiu, a importância desse tema nos tempos atuais, a evolução do design nos últimos 50 anos, aspas de designers conhecidos e aclamados, como Massimo Vignelli, Erik Spiekermann, Matthew Carter, Paula Scher, Neville Brody e outros.

Pra quem ficou intrigado e que saber mais, deixo o trailer pra aguçar ainda mais, rs…

 

Audrey, me interessei! Arrááá, eu sabia!! Entra no site do filme e divirta-se! Tem até um link pra você comprar o DVD caso você crie uma paixão por ela, rs…

Talihina Sky – O Vídeo do Kings Of Leon

Oi! =)

Daí que eu começei a escrever este post falando sobre a banda Kings Of Leon, né… dai perdi totalmente o foco falando do Festival de Tribeca. Apaguei tudo, começei a escrever novamente… e vi que quase fiz uma matéria de revista falando sobre o Tennessee e suas delícias, como o Jack Daniel’s, hahahaha…

Agora voltando ao Kings Of Leon… Um vídeo/documentário contando a história dos lindinhos caipiras de Nashville, será exibido no Festival de Tribeca!

Festival de três o quê??

O Festival de Tribeca é um festival (oh, really?) de cinema fundado em 2002 por Jane Rosenthal, Robert De Niro e Craig Hatkoff em homenagem às vítimas dos ataques de 11 de Setembro de 2001 ao World Trade Center e à perda de vidas no bairro de Tribeca, em Manhattan. O objetivo do festival é apresentar Nova York como produtora de filmes importantes, arrecadas fundos e contribuir para a recuperação de Manhattan. Em 2012, o Festival de Tribeca acontece de 18 a 29 de Abril e você pode conferir novidades, programação, ver uma galera dando entrevista, ver os filmes, curtas e um montão de coisas legais e inspiradoras aqui.

Agora sobre o vídeo do Kings Of Leon (finalmente), o longa chamado Talihina Sky foi dirigido por Stephen C. Mitchell e mostra, obviamente, a história da banda. Pronto, tchau! Fim do post. Hihihi, mentirinha! O filme mostra a origem simples dos integrantes, a família religiosa, o começo da banda, seus chinelos, suas bundas, as bebedeiras, tours e enfim, dá pra se sentir mais íntimo da banda e gostar ainda mais dos caras.

Quer ver o trailer?

Ai, ai… (suspiros…)

Tem filme do Foo Fighters vindo por aí

Os queridíssimos do Foo Fighters completam 16 anos de carreira bem representada.

E que tal comemorar a data com um documentário mostrando imagens provavelmente nunca vistas pelo grande público?

Pois bem, ainda neste mês será lançado no Texas, durante o festival South By Southwest, o documentário Back and Forth!

O diretor é James Moll, ganhador do Oscar pelo documentário The Last Days.

O trailer:

Nos cinemas americanos o filme será lançado dia 11 de abril. Vamos torcer pra no mínimo lançarem uns links piratas salvadores da pátria, rapidinho por aqui!

Mulheres São Heroínas

Deixando de lado qualquer tipo de feminismo, sinto-me segura para afirmar que a mulher sem dúvida alguma é o sexo forte. E esta força feminina foi incrivelmente notada pelo artista de rua francês JR, que desde 2008 atua num projeto social do Morro da Providência no Rio de Janeiro.

Seu trabalho é basicamente entrevistar mulheres de várias favelas, não só do Brasil, mas também da África, Índia, e Camboja, e após entrevista, JR registra seus rostos através da fotografia e imprimindo-as em papéis de projetos arquitetônicos, estampa cada foto ao redor do mundo, em fachadas, trens, escadarias, muros e onde mais sua imaginação permitir.

Este projeto virou filme, o “Women Are Heroes”, um documentário belíssimo focado na força feminina, na mulher que luta para manter um lar, na mulher que ainda hoje sofre preconceitos, rebaixamentos e que em raríssimas vezes têm sua luta valorizada.

JR tenta através deste projeto, representar as mulheres de uma maneira diferente do que a mídia nos mostra.

Assista ao trailer que com apenas 1:20m me deixou arrepiada:

Conforme a data inserido no trailer, o filme estreou dia 12 deste mês, mas agora só nos resta saber em quais cinemas ele está sendo rodado.

Visite também o site de JR para ver este e outros projetos.

90 dias com Catra

Catra nasceu em berço rico e cresceu tendo tudo o que queria. Foi uma criança normal, um adolescente cheio de vontades e rebeldias. Já teve uma banda de rock. É formado em Direito e fala 04 idiomas. É marido e pai, mas é marido de algumas mulheres e pai de alguns filhos, 24 para ser mais exata. Admite: “Eu sou adepto da putaria”.

Um dia alguém falou pra ele: “Catra, escuta essa cultura”. Era a cultura da favela, era o funk que dominava o Rio de Janeiro. Depois disso ele resolveu se adaptar a esta cultura e hoje é um dos funkeiros mais respeitados no meio, fazendo shows para todas as pessoas, todas as classes.

Catra se auto-intitula “operário do funk”, faz de 3 a 4 shows por dia, todos os dias da semana e se ele já era rico, ficou mais rico ainda, chegando a jogar pro alto a quantia de 14.000 reais apenas pela diversão.

Isso tudo e muito mais é dito no documentário “90 dias com Catra” que foi feito com a intenção de ser o piloto de um programa de TV que ainda não tem local e nem data de estreia.

O documentário está repleto de frases impactantes e engraçadas. “Se eu sou o pica das galáxias, ela é a perereca do universo” é uma delas, está repleto de mulheres gigantescas, shows, festas, encontros com amigos e familiares.

Putaria?  Machismo? Pra tirar suas próprias conclusões aperte o play e divirta-se.