The Butterfly Effect?

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Via designyoutrust

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Frankenweenie, de Tim Burton

Quando você ler por ai que “o Tim Burton fez uma NOVA versão para o Frankenstein” você por gentileza, grite “é mentira!

Seguinte, gente: (o cara não nasceu sabendo, então) Era uma vez Tim Burton, em 1984, estudante do Instituto de Artes da California, que gravou em curta metragem uma paródia do Frankenstein original, de 1931, para uma trabalho da faculdade. Sua obra não agradou os professores, mas o cara tinha um certo respeito lá, porque ele era aprendiz júnior em animação de uma empresa que pagava seus estudos. A empresa chamava… hum, como é mesmo o nome? Ah, Walt Disney Company.

Bom, pelo que eu li, mesmo com essa moral toda, a animação feita pelo jovem Burton foi tão ruim que ele foi demitido .(O.o). Segundo a Walt Disney “não vale a pena investir em alguém que após esse tempo todo de estudos, faça algo como ‘Frankenweenie’ – considerado baixo, assustador e inadequado para a época.” Ui Disney, sua braba!!

Só que… “Pé na bunda é impulso” já dizia alguém por aí :) E saindo da Disney, o tal do Burton fez uns acertos pela vida, como “As Grandes Aventuras de Pee-wee“, “Beetlejuice“, “Edward Mãos-de-Tesoura“, “O Estranho Mundo de Jack“, “A Noiva-Cadáver” e enfim várias outras mega obras únicas. O importante é que agora, três décadas depois, a Disney paga a língua ao recuperar Frankenweenie e lançá-lo em stopmotion. Há!

Calma, Tim Burton e a Walt Disney Company são amigos. Tá aí a última obra dessa parceria, Alice no País das Maravilhas, que não me deixa mentir!

Bom, em Frankenweenie, o pequeno Victor utiliza um raio para ressuscitar seu melhor amigo, o cãozinho Sparky. Acontece que a ressurreição veio em forma de monstro, haha. Ele tenta esconder sua cria, mas quando Sparky foge de casa toda a cidade entra em pânico.

Agora é espera Outubro pra essa belezura sair no cinema e ver os monstrinhos Johnny Deep, Helena Bonham Carter e Michelle Pfeiffer by o magnífico Tim Burton! Ou enquanto isso, interage com o site do filme :)

Ai claro!! O trailer de Frankenweenie:

OS FANTÁSTICOS LIVROS VOADORES DO SENHOR MORRIS LESSMORE

Eu não acho palavras o suficiente para descrever a excelência dessa animação.

Já conhecia a Moonbot, mas vou reproduzir aqui um post do Update or Die:

“Já escrevi aqui algumas vezes sobre a Pixar dos Apps, a Moonbot. A especialidade deles é misturar livro, cinema e interatividade em forma de apps.

O primeiro a fazer sucesso foi justamente “Os Fantásticos Livros Voadrores do Senhor Morris Lessmore” (The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore), com toques de Mágico de Oz e Buster Keaton.

O sucesso foi tão grande que, o que era inicialmente video do app acabou virando uma versão completa de 15 minutos em forma de curta-metragem de animação mesmo,  e que foi indicado (nada mais, nada menos) ao Oscar, no próximo dia 26.

Se você não conhece, recomendo enfaticamente que baixe os apps para iPhone e iPad de todas as histórias da Moonbot, todas extraordinariamente bem produzidas.

Uma grande pena não ter para Android.

Sério, façam um bem à vida de vocês, assistam e se deixem levar pelas emoções essa animação:

<3

Todas as capas dos Beatles em 30 segundos

Todas as capas aí pra divulgar a venda dos discos dos Beatles no iTunes.

Ficou bacaninha a animação!

Você imagina como era o 3D em 1972?

Você imagina como era o 3D em 1972?

Bom, vou começar a explicar isso para vocês falando de um cara chamado Ed Catmull. Não sei se vocês já ouviram falar dele, mas aplausos, porque o cara está anos luz à nossa frente!

Quando jovem, ele foi animador na LucasArts, uma empresa americana de desenvolvimento de jogos para computador e videogames. O nome da empresa vem de um tal de Geroge Lucas…  clica aí no nome dele pra saber que pouquinho influente o cara é. ;)

Bom, a LucasArts faz pouca coisa também… ( ironia mode: on ) uns jogos de bobos de ação, como por exemplo, os primeiros jogos do Atari e hoje todos os jogos das séries Lego, Star Wars e Indiana Jones com todas as versões que existem, rs…

Bom, voltando ao Ed Catmull, atualmente esse cara é só o fundador da Pixar e Presidente da Pixar e Walt Disney Animation Studios. ( Tio, quer me adotar?? )

Falado isso, apresento agora para vocês um trabalho da faculdade desse Ed Catmull. É um vídeo, feito em parceria com Fred Parke (atualmente um renomado professor deVisualizações Científicas na Universidade de Texas A&M), para a Universidade de Utah. Um curta com cerca de 20 segundos de render que reproduz os movimentos da mão do Ed Catmull.

Olha isso:

 

Afe Audrey, eu faço melhor que isso!! Eu acredito que hoje você faça isso com facilidade, baby, mas o cara fez isso em 1972!!! Nessa época, os computadores eram de 200 Khz em 8 bits!!!

Bom, essa bobeira feito pelos caras foi descoberta por um produtor de Hollywood, que estudou a técnica e revolucionou todo o mercado gráfico que conhecemos hoje. Esse vídeo é a base do que sabemos hoje sobre renderização, moldagens e desenvolvimentos 3D e o Sr. Ed Catmull é considerado o inventor da técnica Z-Buffer, o que faz os planos de profundidades no 3D.

Não acreditaram em mim lá no começo do post, não é? Então agora sim, palmas pro cara porque ele merece!! (clap, clap, seu Ed!)

 

Stanley Kubrick – a filmografia animada

Stanley Kubrick foi dono de filmes que moldaram a história do cinema. Dirigiu clássicos como Lotita, 2001: Uma Odisseia no Espaço, Laranja Mecânica, O Iluminado, e até o seu último trabalho, o De Olhos Bem Fechados.

Daí (como diz a minha amiga Audrey), que Martin Woutisseth fez uma animação bem bacaninha, contando através de gráficos, tipografias, cores e interpretações simbólicas, toda a filmografia do diretor americano.

Curtam!

A estranheza da arte

Qual a função da arte? Apenas existir, ser bela, ou ao menos causar algum tipo de sensação no observador?

Não sou estudiosa do assunto, mas baseada nos meus conhecimentos superficiais sobre o tema, acredito que a arte para ser boa não precisa ser necessariamente bonita, mas precisa me arrancar algum tipo de sentimento, no mínimo tem que me causar algo, estranheza, alegria, amor, calma, indagações, certezas… É legal quando tentamos entrar na cabeça do artista para tentar entender o que se passava em sua mente para fazer determinada obra.

Para exemplificar minhas percepções, a seguir publicarei algumas obras de Monica Cook, uma artista bastante peculiar, nascida na Geórgia.

Suas obras não são sutis e não demonstram beleza, muito pelo contrário, intencionalmente elas causam uma inquietação inexplicável, mostram o lado sujo do ser humano, causam estranheza, repulsa e perturbação.

A qualidade de cada trabalho é impecável, o realismo nas suas pinturas aguça ainda mais as sensações que ela deseja que sintamos.

Cook também produziu uma pequena animação, conseguindo mais uma vez cumprir o objetivo de nos causar as mais estranhas sensações.

Mais dela, aqui.